Que passado para a Cava de Viriato?

Cava de Viriato

Teve lugar no dia 12 de abril, em Viseu, mais uma sessão do congresso “Do Império ao Reino – Viseu e o Território”, conduzido pela investigadora Catarina Tente, que lidera os trabalhos arqueológicos na Cava de Viriato. No seu discurso, a oradora desafiou a câmara de Viseu a criar um plano estratégico, de modo a que os arqueólogos possam ter acesso físico aos terrenos, pois, segundo Catarina Tente, um dos problemas da investigação tem sido o acesso as propriedades onde está patente a escavação, avança a Agência Lusa.
Em relação à Cava de Viriato, a arqueóloga refere que é “um grande desafio” e que nunca teve “a ambição de dizer o que era”, mas sim o que não foi, isto no que diz respeito à incógnita que o monumento tem levantado ao longo dos anos, sobre a origem e a data da construção de algo único, e particular na Península Ibérica. A Cava de Viriato está classificada como património nacional desde 1910, e a sua estrutura tem cerca de oito taludes em terra, e fossos com 2000 metros de perímetro.

Ana Formigo

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